Novo layout

A maioria dos sites toscos que eu conheço fazem aquela típica enquete “O que achou do novo layout do nosso site?”.

Como eu sou chato, não vou fazer isso. Não gostou? Own…que peeena. Eu gostei porque é do jeito que gosto: minimalista.

E adivinha quem fez esse novo layout, que não existe em mais nenhum outro blog do mundo? Exclusivo, personalizado, e 100% meu: xCakeBlogs. Vale a pena.

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Jesus mandou

Eu recebo as ligações mais bizarras. Hoje recebi duas. A primeira:

Essa foi mais recente. Só sei que o cara tava puto com algo.

E de pensar que esse é meu celular novo. Ou seja, o número não tem nem 1 semana de existência. Algum puto deve ter um número semelhar ao meu. Próxima vez, vou pedir o número que discaram pra ligar pro cara chingando ele.

Quem manda ter número semelhante ao meu?

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Meu problema com prêmios online

Desculpa, mas prêmio com votação popular não vai indicar se seu site é o melhor de uma categoria. Não mesmo.

Votação popular é aquela putaria: entra no MSN, GTalk, Twitter e até no e-mail e envia pra todos “Hey, ajuda aí e vota no meu site!“. Ou seja, aquele spamming generalizado.

Ok, admito: o Podcast Digital Paper está em hiato mas mesmo assim está concorrendo ao Prêmio Podcast. Esse prêmio é um jeito legal de conhecer novos podcasts, e tal. Mas me explique como que tem alguns podcasts sem edição nenhuma, com assunto ruim, mal gravado e que dói de escutar chegando no topo das votações?

Vou responder como: miguxaiada.

Esses prêmios não são um jeito de definir o que tem qualidade e o que não tem. É uma competição para ver quem tem mais amigos dispostos a votar. Quem ganha é o que tiver mais lábia e mais contatos, e não quem realmente presta.

Eu quero participar de um prêmio honesto: uma banca de jurados escolhe o melhor baseado em critérios pré-estabelecidos. Prêmios não deviam ser a porra de uma democracia: deviam ser baseados na qualidade de algo.

Prêmios com votação popular são o que soam ser: um prêmio de populariedade, não qualidade. #prontofalei

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Pérolas do Twitter 02

Me diverti com o primeiro. Aí vai mais:

É por isso que amo seguir tanta gente. Mas isso é post pra outra hora. Quem quiser me seguir no Twitter, esteja a vontade. Se eu gostar do que você escreve, sigo você também ;)

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Pérolas do Twitter 01

Sou um twitteiro viciado. Admito. Tem gente que não vê graça nele, mas tudo bem. Eu gosto e respeito quem não gosta. Tudo bem que ele baleia bastante, mas ultimamente o Twitter tem estado bem estável. Mas com pérolas desse náipe, fica impossível não achar graça:

Ah sim, eu óbviamente sou o canha no Twitter. Em breve, mais um post com mais pérolas. Tenho 40 aqui, e cresce cada dia mais.

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Cloud computing?

Deixa eu ver se eu entendi essa bagaça direito: passamos vários anos dependendo de mainframes (que eram computadores onde todo o software estaria instalado, e nossas máquinas tinham que acessar estes mainframes para rodar as coisas), depois finalmente nossos computadores tornaram-se independentes.

Agora, vamos passar a depender de cloud computing, que em sua essência é “rodar o software instalado em outras máquinas”. Mas… cloud computing = mainframe então?

Estamos regredindo no tempo? Que coisa mais besta. #prontofalei.

(Que fique claro, não acho que esse avanço seja ruim, mas por que não chamam de “mainframe” de uma vez por todas em vez de ficar inventando nomes novos?)

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Mulher é como um computador fresco

Foi essa frase que escutei de alguém hoje. “Mulher é como um computador fresco”. Eu, burro, fui perguntar por que.

“Só porque uma porta USB tá sangrado, por que não posso plugar meu PenDrive em outra entrada?”

Acho que ninguém se espantaria se eu falasse que o cara é solteiro.

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Ainda há esperança

Sobrevivi ao vôo. Foi tranqüilo e nem fiquei nervoso. Se alguém discordar, é mentira! Ainda mais, o grupinho do CuritiBlogs que foi de avião para o Blogcamp São Paulo teve a honra de sentar logo atrás do Supla. É, o Supla. O papito. Supostamente, um de nós teria entreagado um cartão de visitas ao cara sem falar uma só palavra. Só entregou e foi embora. O papito deve ter pensado: “É…wharever né? Japa, japa girl…”

No mais, foi tranquilo todo o restante do final de semana.

Descobri que em São Paulo há a maior concentração de loucos por metro quadrado. Inclusive um indigente que veio com um discurso todo espontâneo e alegre para me vender uma caixinha de Mentos (ou genérico similar). Não tô falando do discurso típico “Moço, tô sem dinheiro, tenho sete filhos e três mulheres para sustentar”, pois eu geralmente respondo com “você não precisa de dinheiro, você precisa de camisinha”.

Era algo do gênero de: “Você conhece as balas de menta X? Cara, eles foram inventados pelos iraquianos e afegãos (ele provavelmente falou “afeghanistanêses”) e sabe por quê? Porque são um estooouro!” e por aí vai. Eu deixei ele falar, para no final decepcioná-lo com um “não tenho dinheiro”. Esse não foi o pior: pior foi ele pedir se eu tinha um cigarro para lhe dar, “desde que não seja cigarro de menta” completou.

Deixa eu ver se entendi: você me pede algo e ainda quer escolher? Ah, vai!

Foi interessante na volta de ônibus, onde ela e eu não conseguimos pegar assentos juntos. Pedi ao senhor que estava no meu lado se ele queria trocar. “Eu gosto de sentar do lado da janela”, respondeu ele secamente. E a garota que estava do lado dela deu a desculpa de que “já me acomodei aqui, e não quero sair”. Tudo bem, para cada pessoa boazinha no mundo, tem que existir dois filhos-da-puta. Sacaganem que eles tinham que estar justo naquele ônibus. Mas tudo bem: fiquei boa parte da viagem sentado no corredor ao lado dela, conversando. Não me importei. O homem que sentava no assento ao lado do meu, passou a viagem toda escutando Pussycat Dolls em seu celular - o que seria normal se ele não fosse um senhor de uns 50 anos de idade. A moça, dormia enquanto a gente conversava ao lado dela.

Depois da primeira parada na metade do caminho (o famoso posto Graal), o cara que sentava ao meu lado apontou para ela e apontou para o seu lugar ao lado do meu. Caso não entendeu, vou explicar: ele estava secamente informando que ela podia ir sentar ao meu lado. Quem diria! O mundo não está completamente perdido enquanto houver Pussycat Dolls e velhos de 50 anos para escutá-las.

Ah sim, e a garota que estava ao lado dormindo, decidiu acordar e ficar lendo durante a segunda metade da viagem de volta. Como era de noite, ela teve que ficar com a luz acessa. O senhor que gentilmente cedeu seu lugar parecia incomodado com aquela luz, tendo em vista que ele estava tentando dormir.

É, meu caro, o mundo não é justo não. Deveria ter mudado de lugar logo no início. :)

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Avião? Ah legal, vou morrer

Sábado estou viajando para São Paulo afim de poder ir no BlogcampSP. Pra quem não conhece, é um evento nerd. O fato de eu ir a este evento não é um motivo em si para escrever um post. O que importa aqui é que eu vou de avião.

Não é nenhum segredo: sou claustrofóbico e tenho medo de alturas. E o avião é a soma de todos meus medos.

Já viajei de avião, e muitas vezes. E todas eu encontro um jeito de me distrair. A decolagem e o pouso são ruins, mas o pior mesmo é a turbulência. Pense em um tubo de PVC mole: olhe dentro dele e depois comece a chacoalhá-lo e veja como ele se dobra por dentro. Isto é turbulência.

Avião nada mais é que uma lata de Nescau voando a uma altura ridícula de alta em uma velocidade mortal e com 100 pessoas dentro. E sábado, comigo entre estas pessoas. O pior que pode acontecer é aquela latinha explodir em pleno vôo e todos nós morrermos. Não seria muito divertido.

O pior: dois terços da blogosfera curitibana vão estar no mesmo vôo. Se aquela merda cair, o CuritiBlogs estará nas mãos de pessoas como o Aguinelo e o Graffo. Aí fodeu (quem lê, pensa que eu odeio eles).

Bom, “energia que dá gosto”. E até segunda-feira. Ou não.

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Hello?…Fuck off!

Faz três dias agora que estou recebendo ligações aqui em casa. Todas elas são para minha mãe e é sempre de um banco ou similar. E nunca é o mesmo. Tele-marketing. Já trabalhei com isso e sei como é um saco.

Agora, você deve estar se perguntando o que eu tenho a ver com isto? Bom, quem conhece minha querida mamãe, sabe que o português dela não é dos melhores. Em casa, só falamos inglês. Logo, quando algum telemarketeiro liga, ela já repassa para eu conversar com a pessoa. Como sei qual é o banco da minha mãe e qual o cartão de crédito que ela usa, qualquer outro que ligar é para tentar vender-lhe algo.

Durante os últimos dois dias, recebi umas 6 ligações. Todas ocorreram mais ou menos assim:

Jovem Velho Chato (eu) - “Alô?”
Atendente - “Boa tarde, gostaria de falar com (nome da minha mãe, falado errado porque esse pessoal é aparentemente analfabeto)”
J - “Quem gostaria?”
A - “É do banco Wharever”
J - “Sobre o que se trata?”
A - “…a senhora X se encontra?”
J - “Sim…ela se encontra.”
A - “Poderia falar com ela?”
J - “Você fala inglês?”
A - “…eu não entendi sua pergunta, senhor.”
J - “Você fala inglês?”
A - “Eu ainda não entendo, senhor”
(Minha vontade de gritar “English, motherfucker! Do you speak it?” é enorme neste ponto)
J - “A língua inglesa ou americana. Você sabe falar esta língua?”
A - “Não senhor”
J - “A senhora X não sabe falar português. Apenas inglês”
A - “Ah tá. O banco Wharever agradece, tenha uma boa tarde”

E hoje, no terceiro dia, isso francamente já encheu minha paciência limitada. A primeira ligação chegou e ocorreu mais ou menos assim:

Jovem Velho Chato - “Hello?”
Atendente - “Olá, a senhora X Y Z se encontra?”
J - “I’m sorry, what?”
A - “Alô?”
J - “I’m sorry. Eu no falar português.”
A - “Senhor, eu não entendi”
J - “No falar português”
A - “Desculpe senhor, eu ainda não entendi”
J - “Listen, I don’t speak any portuguese, ok? NO-FALAR-PORTUGUES”
A - “Ah, o senhor não fala português?”
J - “No”
A - “Ah tá…o banco Wharever2 agradece, tenha uma boa tarde”
J - “Yeah, what ever”

Isto deve dar conta deles, pensei eu. Ah, nunca estive mais enganado. Não tive nem vinte minutos de paz.

J - “Superintendência Regional do Paraná, boa tarde?”
A - “Boa tarde, gostaria de falar com a X Y Z”
J - “Daonde que fala?”
A - “Do banco Wharever3″
J - “Isto é algum tipo de trote?”
A - “Daonde que fala?”
J - “Departamento da Polícia Federal, Superintendência Regional do Paraná”
A - “…”
J - (antes dela poder falar qualquer coisa) “A senhora sabe que trote telefônico é um crime federal de acordo com a lei número 726-03 de 6 de dezembro de 2007, sujeito à suspensão do serviço de telefonia por 30 dias e multa?” (É, nos 20 minutos anteriores fiz essa pesquisa no Google)
A - “Ahn…desculpa…foi engano”
J - “Quero falar com o seu supervisor”

A megera desligou na minha cara. Tudo bem. Próxima vez, vou ser mais rápido e avisar que estou mandando uma viatura para a casa dela e vou confiscar todos os bens que ela possui, e ainda implantar material pedófilo e drogas só para ter um motivo para ela ir presa.

Será que agora pára?

Vou parar por aqui: o telefone tá tocando de novo.

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